novembro 2010 – BrasilCamping

Recebemos belas fotos do nosso amigo e parceiro Conrado. As fotos são todas de Ibitipoca, Minas Gerais, terra que nosso amigo tanto gosta!Lugares belos não faltam por lá. Até já fizemos um post há um tempo atrás sobre Ibitipoca.As fotos são do dia 21 de outubro de 2010Chegando lá:Para quem viaja de ônibus, uma informação: Ibitipoca recebe apenas dois ônibus por dia, que partem de Lima Duarte, 26 km de estrada de terra e com subidas íngremes, às 7:00 e 15:00 (sujeito a confirmação). E como se chega a Lima Duarte? O mais comum são ônibus partindo de Juiz de Fora.Para quem vai de carro, é fundamental saber que Ibitipoca não tem posto de gasolina, o mais próximo fica a 26 km, em Lima Duarte, e também não tem banco. A partir de São Paulo, basta seguir pela BR-381 até o trevo de Campanha, seguindo para Caxambu e Juiz de Fora. Entre para Lima Duarte via BR-267 e de lá vá até Conceição do Ibitipoca. Distância total: cerca de 410 km.A partir do Rio de Janeiro, seguir pela BR-040 no sentido Juiz de Fora. Após a entrada de Juiz de Fora, entre na BR-267 para Lima Duarte e de lá para Ibitipoca. Distância total: cerca de 350 km. E para quem vai de Belo Horizonte, pegar a BR-040 na direção de Juiz de Fora. Um pouco antes de Juiz de Fora, entre na BR-267 atéLima Duarte e dali até Ibitipoca. Distância total: cerca de 330 km. Cachoeirinha – Ibitipoca/MG Pico da Lombada – Ibitipoca/MgUma na Janela do Céu – Ibitipoca/MG

Parabéns pelas lindas fotos Conrado! Um lugar realmente sensacional!

Temos poucos dias para finalizar a etapa de envio de fotos! Quem não enviou ainda há tempo!! Escolha logo suas melhores fotos e participe!

Um grande abraço a todos!

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novembro 2012 – BrasilCamping

Boa noite pessoal, venho escrever a primeira e já uma grande experiência aqui na Espanha.Ao saber do Camino de Santiago logo comprei um guia da Michelin e um de Antón Pombo, ambos excelentes guias, apresentam hostels, albergues, a rotas e dicas. Mas ao se comparar os dois o de Antón é um guia muito mais completo, com mais dicas, telefones de albergues e um pouco sobre o Camino de Santiago!Ao decidir fazer tinha que eligir um lugar para começar, teria poucos dias, entre muitas buscas o melhor encontrado para fazer em dez dias até Santiago de Compostela foi Ponferrada. Lá fique no hostal San Miguel, um pouco caro para a peregrinagem, mas um excelente lugar para uma boa noite de sono, visto que logo depois começa uma longa caminhada, mais de 200Km até Santigo.Esperando o trem até Madrid, para depois pegar um ônibus até Ponferrada, cerca de 12 horas no total.Primeira noite no Hostal San Miguel. A mochila foi muito exagerada, vale a pena ler uma dicas antes e segui-las, apesar do tamanho foi possível terminar o caminho com cerca de 15 Kg nas costas. O ideal são mochilas de 40 Litros e não mais que 10 Kg.Saindo do Hostal e começando a jornada.Início de uma longa caminhada e aprendizados para a vida!Caminhando, se passa por lugarejos dos mais distintos.Ainda na cidade de Ponferrada.Saindo da cidade.

Escrevo aqui o começo de vários dias, aos poucos vou passando um pouco do que foi o caminho, mas muito pouco, porque o intenso só quem faz para poder saber o que passa e com certeza cada um leva algo diferente!

Um grande abraço a todos!

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outubro 2010 – BrasilCamping

Hoje tenho o prazer de postar aqui um texto um pouquinho mais longo, ele foi enviado pelo nosso grande, e põe grande nisso, Aventureiro Robison Portioli. É uma história sensacional, uma experiência que Robison resolveu compartilhar com todos através do livro “Vida Nômade – Liberdade, Desapego e Aventura”Junto ao texto estão algumas fantásticas fotos tiradas durante suas Aventuras!Sei que o texto é grande, mas vale a pena ler!“Viajar pelo mundo é o sonho de muitas pessoas, porém, poucas são aquelas que realmente lutam para realizá-lo.Robison Portioli é um aventureiro que conseguiu realizar o sonho de muitos motociclistas: viajar de moto pela América do Sul. Aos 23 anos, passou 150 dias em cima da moto e percorreu 25mil quilômetros por seis países até chegar à Curitiba. Ponto de partida da sua primeira viagem.Abrir mão de uma vida estável é um medo constante na vida de todos, mas a família Portioli resolveu deixar para trás a estabilidade para viver intensamente os momentos do presente. Robison começou a viajar cedo. Aos nove anos seus pais resolveram comprar um motorhome- o Canela – nome inspirado na expressão “Sebo nas Canelas”- e viajar pelo Brasil. O ônibus-casa levou Robison(9), suas irmãs July(7) e Kelly(2) e seus pais Marcos e Liliane para uma aventura pelos estados brasileiros que durou quase três anos. Nesse período, as crianças cresceram aprendendo os verdadeiros valores da vida ao conviver com inúmeras culturas, raças e condições sociais.“Aqueles anos foram responsáveis por muito, mas muito do que somos. Minha família embarcou em uma jornada rumo a uma nova maneira de viver e essa escolha nos transformou” afirma Robison.Sem falar na imensa variedade de paisagens naturais e lugares históricos, uma preferência do itinerário daquela expedição. Por estarem fora da escola, Liliane e Marcos compravam os livros didáticos e eles mesmos ensinavam as crianças, focando a educação não só nas ciências, mas principalmente no incentivo à realização dos sonhos.“Era fácil estudar o descobrimento do Brasil em Porto Seguro – BA, ou a inconfidência mineira no próprio estado. Visitamos um monte de engenhos de cana de açucar no nordeste e museus de todo tipo. Para estudar geografia e história do Brasil, era só olhar pela janela ou ir com nossa casa para os lugares onde aconteceram as coisas.”Viajar passou a ser rotina para esta família. Conheceram boa parte do Brasil, mas a paixão de todos foi a ensolarada região nordeste. A cidade escolhida para desligar os motores do Canela foi João Pessoa, na Paraíba, onde o casal começou um négócio de artesanato e os pequenos viajantes voltaram a frequentar a escola tradicional. Não demorou muito para voltarem às estradas, desta vez Marcos e Liliane resolveram ir sem as crianças e de moto. Saíram de João Pessoa, passaram no Rio de Janeiro, depois Mato Grosso do Sul, por fim o Acre e de volta à Paraíba, totalizando 14 mil quilometros rodados. A aventura contagiou todos da família que agora, além de viajar, queriam viajar sobre duas rodas.Passados alguns anos de moradia fixa na Paraíba, o Canela voltou para a estrada rumo ao centro-oeste do Brasil e foi do Mato Grosso do Sul que Robison partiu para sua a primeira viagem de moto: 1000 quilômetros até Curitiba. Desde então, não parou mais.Formou-se Técnico em Mecatrônica e trabalhou duro na capital Paranaense, mas a Paraíba era mesmo sua paixão. Aos 21 e com July (irmã) na garupa fez a viagem de volta para João Pessoa, cruzando quatro regiões do Brasil, em 12 dias e mais 5 mil quilometros. “Passamos por dentro da Serra da Canastra – MG, um dos lugares mais lindos que já conheci, por trechos que de carro seria impossível” completa o aventureiro. Ao ser questionado sobre o risco dessas viagens, Robison tem uma resposta na ponta da língua: “Cresci na estrada viajando com meus pais e eles me mostraram que o medo, frequentemente, é um monstro apenas imaginário. Viajo com responsabilidade, planejamento e principalmente seguindo a intuição. Os riscos existem, é verdade, mas eles estão em todo lugar, não só nas estradas. Decidir engavetar sonhos intimidado por eles? Não foi isso que eu aprendi.”A viagem pela América do Sul estava nos planos há algum tempo, mas outra importante lição aprendida na estrada era sobre a paciência de esperar o momento certo. Então, Robison ficou na Paraíba por mais um tempo, trabalhou, estudou, mas jamais esqueceu esse sonho. Aos 23 anos, finalmente encontrou o momento adequado, e não hesitou em vender o que tinha, deixar a faculdade e viajar. No roteiro não estavam apenas as estradas do Brasil. Desta vez queria também conhecer outros países da América do Sul. Preparou um pequeno projeto chamado “Rumo a um mundo novo”, cuja ideia era aprender sobre a realizade do mundo, entende-lo e prepara-se para melhora-lo. Com sua moto “alada”, voou pelo nordeste e norte do Brasil, descobrindo as belezas naturais das praias e da floresta amazônica. Estava equipado com barraca e saco de dormir, e precisava contar com ajuda das pessoas para que viajasse de forma econômica, usufruindo da hospitalidade e generosidade do povo brasileiro. Eu dizia: “Estou viajando porque quero mudar o mundo para melhor” e as pessoas me acolhiam sem medo, brilhando os olhos ao reviverem uma esperaça comum à nossa gente; a de que os jovens são chave para um futuro melhor.
Depois cruzou a primeira fronteira e entrou em um país instável, inseguro e cujo idioma mal conhecia: a Venezuela. “Na primeira barreira do exército um dos soldados me perguntou: ‘Você carrega alguma arma?’ E quando eu disse que não, todos riram. Não entendi na hora, mas realmente fiquei nervoso quando o soldado novamente questionou: ‘E como você pretende cruzar esse país sem uma arma?’” Robison afirma que, apesar da insegurança aparente, não teve problema algum naquele país, mas viajava realmente atento. Deixou a Vezuela e na Colômbia conheceu as fazendas produtoras do melhor café do mundo. Lá, apaixonou-se pela cordilheira dos Andes e acampou várias vezes nas montanhas. Visitou o Equador e as praias do oceano Pacífico, além de muitos vulcões. “Eu tentei chegar a um abrigo no alto de um vulcão, mas minha moto não deu conta e aos 5800 metros de altura em relação ao nível do mar, ela parou e eu tive que voltar.”Continuou sua rota e teve dificuldades com o frio e vento dos desertos Peruanos, mas ao conhecer a cidade sagrada dos Incas, Machu Piccio, disse que todos os esforços valeram a pena. “Aquele lugar é especial. A imponência das montanhas tem uma força mágica contagiante que nos leva a uma profunda introspecção”.Já na reta final, depois de mais de 20mil quilômetros, visitou o lago Titicaca e atravessou a Bolívia no caminho de volta à cidade natal, mas conta que antes de cruzar a fronteira com o Brasil, enfrentou o trajeto de maior dificuldade de toda viagem.“O trecho de Santa Cruz de la Sierra (Bolívia) e Corumbá (Brasil) é muito conhecido entre os motociclistas e a fama de ser um pedaço realmente difícil e perigoso não é de agora. Eu sabia disso, mas aquele era o caminho mais curto e eu já não queria ficar mais tempo longe do meu país.” Robison chegou à Curitiba em novembro de 2009, completando 150 dias de viagem, 25mil quilômetros e milhões de histórias de aventuras. Em setembro de 2010 fez o lançamento de uma edição independente de seu primeiro livro: “Vida Nômade: Liberdade, Desapego e Aventura” onde estão descritas as aventuras desde os tempos de viagens em família de motorhome até sua última grande e solitária viagem de moto pela América do Sul.”Sobre Robison PortioliRobison Portioli, nascido em 30 de novembro de 1985 é natural de Curitiba (Paraná), mas considera-se paraibano de coração.Viveu sua infância tendo um motorhome como casa e, como rotina, constantes viagens pelos estados brasileiros. Dessa forma conheceu as diversas realidades existentes no país.Aventureiro por natureza, buscava sempre novos rumos, novas possibilidades. Quando fez 18 anos, não hesitou em abrir suas próprias asas e viajar sozinho. Sempre muito otimista, nunca mediu esforços para realizar seus planos e dessa maneira, desperta nos outros a percepção de que todos os sonhos podem ser alcançados.Aos 23 anos decidiu partir rumo à realização de um sonho antigo, comum a muitos motociclistas: viajar de moto pela América do Sul. Esta viagem rendeu muitos quilômetros de conhecimentos e inúmeras histórias para contar.Agora, com 24 anos, lança o livro “Vida Nômade – Liberdade, Desapego e Aventura” onde narra as viagens realizadas ao longo de todos estes anos.

Serviço:
Livro “Vida Nômade – Liberdade, Desapego e Aventura”
http://www.vidanomade.com
Informações/contato: robisonportioli@gmail.com

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Mais informações sobre a Represa do Funil em Lavras-MG

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Mais informações sobre a Represa do Funil em Lavras-MG

Após muitos pedidos procuramos saber com o nosso amigo João, que é lá de Lavras e nos recepcionou em sua casa quando estivemos por lá, mais informações sobre Campings e pousadas na beira da Usina do Funil. O que ele nos passou foi o seguinte: tem um Camping na beira da represa de Camargos, no município de Itutinga que é cerca de 20 km de Lavras. Além disso tem também Carrancas que é uma cidade que explora muito o Ecoturismo e possui diversos Campings e cachoeiras.Para saber mais sobre Carrancas e seu Ecoturismo é só acessar www.carrancas.com.br, carrancas está bem perto de Lavras também, podendo ir por estrada de terra ou asfalto mesmo.Agora na região da própria represa do Funil existe uma pousada na beira do lago, o João nos passou este telefone (35) 3822-8300 que é o telefone de um hotel na cidade de Lavras que sabe informar mais sobre o turismo na região e também sobre esta pousada!Aqui vão mais algumas fotos tiradas quando estivemos lá!Vista da Represa de onde ficamos! Sensacional!Gruta na Represa do Funil! Já colocamos antes uma foto mais próxima, agora vai essa daqui. É muito bacana esta gruta, é possível ir até a sua entrada de barco e lá colocamos colete e fomos nadando até o seu fim, cerca de uns 40 metros pra dentro de sua entrada. Lá é possível observar algumas entradas de luz em frestas na rocha que dão um toque especial ao seu interior! É engraçado o tanto que a temperatura da água vai mudando a medida que se vai entrando nela, hora quente hora fria. Muito bacana mesmo! Uma experiência incrível! Aqui mais uma foto do luar que nos presenteou por lá!Um grande abraço a todos e esperamos ajudar a todos que pediram mais informações sobre pousadas próximas a represa!Postado porCamping Brasilàs13:07Categorias:Blog,DicasEnviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompartilhar no orkutCompartilhar no Google Buzz

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Vai viajar e deseja saber como melhor programar o quanto irá gastar? Programe-se da melhor forma possível!!

terça-feira, 3 de maio de 2011

Vai viajar e deseja saber como melhor programar o quanto irá gastar? Programe-se da melhor forma possível!!

É sempre bom saber bem o quanto iremos gastar em um passeio, uma falta de planejamento pode dar grandes sustos no fim das conta$$!!! E vamos combinar, programar um passeio ou uma aventura e chegar no meio e ter que ficar economizando não é nada legal, não que tenhamos que sair gastando fora do planejado, mas ter que apertar para o dinheiro dar é muito ruim!Dessa forma é sempre bom saber ao certo quais serão seus gastos! O local onde vai se hospedar é fácil de saber, basta perguntar através de um telefonema quanto será o valor da diária e ainda se possível pedir aquele desconto, principalmente se estiver indo em um número maior de pessoas. Separe também um dinheiro sempre pensando nas refeições, pense se vai em locais mais em conta ou em lugares mais requintados.Outro gasto que tem um grande potencial para fugir das contas é o combustível, para isso não acontecer, deve-se conhecer a distância para o local onde vai e estipular o quanto pretende andar por dia, mesmo isso sendo um pouco difícil. Agora para não deixar o preço do combustível ser uma surpresa no seu bolso, recomendamos dois sites com preços de combustíveis pelo Brasil, basta acessar e ir na cidade onde deseja para verificar os preços e utilizá-los em seu orçamento.Os sites são: www.precodoscombustiveis.com.br e www.meucombustivel.com.br !!Viaje sempre, conheça o país onde mora!!!! Curta a vida!!!Um grande abraço!!Postado porCamping Brasilàs10:20Categorias:Blog,DicasEnviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompartilhar no Orkut

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setembro 2010 – BrasilCamping

Quem não se lembra daquela viagem apressada, com visitas rápidas a pontos turísticos e muita correria para fotografar um lugar desconhecido? Esqueça esse modelo de passeio. O viajante brasileiro está querendo mais que uma mala cheia de suvenires. Um levantamento feito pelo Ministério do Turismo revela que as pessoas desejam contato íntimo com a natureza – e uma boa pitada de aventura.

O ecoturismo é o setor de viagens que mais cresce no Brasil e no mundo. A modalidade mistura belas paisagens naturais a atividades de aventura, como caminhadas, passeios de buggy, de bicicleta e cavalgada. Responde por 26% de todas as viagens feitas no mundo e movimenta mais de R$ 152 bilhões por ano, revela a Associação dos Operadores de Turismo de Aventura (ATTA, na sigla em inglês).

O negócio é elaborado para viajantes comuns. Poucas modalidades, como alpinismo, exigem treinamento específico e oferecem riscos reais. Há até opções bem pacatas, como a observação de pássaros no Pantanal e mergulhos superficiais em Bonito, ambos em Mato Grosso do Sul.

Mesmo com toda essa variedade, o ecoturismo ainda está associado a atividades perigosas – e a um público juvenil, quase adolescente. A maior parte dos ecoturistas, no entanto, tem entre 35 e 47 anos, nível universitário, alto poder aquisitivo e não abre mão do conforto, revela uma pesquisa feita pela universidade americana George Washington.

A analista de finanças Geórgia Junqueira, de 37 anos, é parte desse grupo. Ela já subiu ao topo de um vulcão de 5.400 metros no Deserto do Atacama. Também percorreu diversas trilhas na Chapada Diamantina. “Gosto de aventura de dia. À noite, quero boa comida e conforto”, diz. Ela sempre contrata passeios de uma agência de turismo. No pacote, exige um guia treinado para dar assistência. Em locais clássicos do ecoturismo, como Torres del Paine e Deserto de Atacama, no Chile, ou Macchu Pichu, no Peru, há opções luxuosas de hospedagem. Algumas diárias chegam a custar mais de R$ 3 mil.

No Brasil, até pouco tempo atrás, faltavam profissionais preparados e infraestrutura para atender a essa demanda específica. Acidentes com turistas criaram uma imagem ruim do setor, mas a situação tem mudado. O setor se uniu em associações e passou a seguir critérios internacionais de segurança. O Ministério do Turismo abraçou a causa: investiu R$ 9 milhões em cursos e certificações de segurança nos últimos cinco anos.

HUMBERTO MAIA JUNIOR

Fonte:http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI174611-15201,00.html

junho 2008 – BrasilCamping

Para quem usa o complexo B como repelente de borrachudos vale a pena ler, mesmo com a notícia tendo a dengue como foco…

SEM GARANTIAS

Especialistas alertam para os efeitos colaterais do uso constante da vitamina do Complexo B ou repelente para tentar evitar o contágio da dengue.

Rita Castro afirma que a própria Roche não indica o uso do Complexo B para evitar picadas de insetos.

“Não existem estudos clínicos que comprovem a eficácia do medicamento para este fim”, disse a doutora Castro.

O infectologista e professor aposentado da Unifesp, Arary da Cruz Tiriba, também não recomenda o uso de vitamina do Complexo B nem o uso de repelente para tentar evitar o contágio da dengue.

“Não existe nenhuma comprovação científica de que o cheiro da vitamina ao ser exalado pela pele afaste a picada do ‘Aedes aegypti”‘, afirmou.

“É verdade que o mosquito é atraído de acordo com a respiração e o gás carbônico exalado pela pessoa. Quem toma vitamina B1 tem o cheiro eliminado pela pele, mas o mesmo acontece com o alho e a cebola”, disse.

“(Mesmo que afaste a picada) isso não dura tanto assim, o que não faz a vitamina diferir da duração de um repelente, por exemplo.”

Segundo Tiriba, o repelente também tem duração limitada e pode apresentar efeitos colaterais sobre a pele após o uso prolongado.

“Essas medidas não livram a pessoa dos cuidados que ela deve ter em sua residência para evitar a proximidade com o mosquito”, disse ele, se referindo à eliminação de focos de água que atraem o “Aedes Aegypti”.

(Por Adriana Garcia, colaborou redação do Rio de Janeiro)

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janeiro 2011 – BrasilCamping

Outra observação importante é ver se querem montanha ou litoral, isso ajudará na hora de montar o seu programa.
Aqui vão então algumas sugestões para estas férias de começo de ano:Litoral Norte de São Paulo é uma boa opção com diversificados Campings para você e sua família ou amigos curtirem bons dias de praia e um sol gostoso. Mas pra quem vai pra essa região é super importante dar uma conferida na previsão do tempo, nesta região são muito comuns as semanas terem vários dias de chuva nesta época do ano. Nossa sugestão vai para Ubatuba. Lá é bem fácil encontrar Campings e pousadas, seja na região central ou nas praias mais afastadas. Já fiquei no Camping Tio Gato na praia de Itamambuca, muito bom!

No Sul de Minas Gerais deixamos como sugestão a positividade de São Tomé das Letras! São Tomé é uma cidade muito conhecida e dona de diversas lendas! Possui diversas cachoeiras que encantam qualquer visitante! A cidade é dona de vários bares, restaurantes e lanchonetes um pouco diferentes! Quem gosta de uma bela cachacinha fica a sugestão para ir em um barzinho quase de esquina que tem subindo pelo lado direito da Igreja Central. Lá tem pinga com diferentes ervas e “coisas”, algumas realmente bem estranhas como por exemplo pinga com aranhas dentro da garrafa, abelhas, cobras, entre outras diversidades. Para quem quiser saber mais sobre pousadas e Campings basta acessar o site http://www.visitesaothome.com.br.

Já sem conhecermos mas com vontade de, recomendamos as lindas águas de Bonito no Mato Grosso do Sul. A fama e a beleza de suas águas fez da cidade um dos melhores destinos nacionais para prática do ecoturismo. A cidade é dona de rios de água cristalina onde pratica-se o mergulho e a decida com snorkel, além disso tem também diversas cachoeiras além de uma rica fauna e flora que pode ser observada durante todos os passeios. Para quem quer ir não deixe de passar belo site http://www.bonitobrazil.com.br/ e conferir também o Hostel http://www.ajbonito.com.br/.

Esperamos ter contribuído para pelo menos despertar o desejo em algum desses belos locais do nosso Brasil!

Um grande abraço e um feliz 2011!

maio 2011 – BrasilCamping

Para quem não conhece a praia do Sapê em Ubatuba fica a dica: vá conhecer e apreciar! A praia é de fácil acesso e bem tranquila! Tanto observando seu lado direito quanto seu lado esquerdo é possível desfrutar de belos visuais de montanha, além de um lindo visual da Ilha do Pontal, ilha próxima à praia que é realmente linda!

Ilha do Pontal – Praia do Sapê – Ubatuba/SP

Andando pela orla vi uns três Campings, todos se não na beira mar, bem próximos. Acredito que em época de temporada todos devem ficar bem disputados, precisando de uma reserva antecipada. As estruturas pareciam boas, área de Camping gramada e banheiros, além de restaurantes e mercados próximos ao local .

E o melhor de tudo, o nascer do sol é lindo! Vindo de um belo fundo do lado esquerdo da praia o seu nascer é realmente belo!!

Nascer do Sol da Praia do Sapê – Ubatuba/SPInstantes depois! É de mudar o dia de qualquer um!!

Para quem quiser chegar até a praia, basta seguir seguir o mapa do google logo abaixo!

Exibir mapa ampliado

Um grande abraço para todos e em especial para a galera que estava reunida este fim de semana na Praia do Sapê!!

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